· 02 abril 2026
INTERNACIONAL
Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem para 202 mil – Segundo dados divulgados pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira (2), os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos Estados Unidos recuaram em 9 mil na semana encerrada em 28 de março, passando para 202 mil, com ajuste sazonal. O resultado ficou abaixo da expectativa de mercado, que projetava 212 mil solicitações. De acordo com o levantamento, o indicador permaneceu em faixa compatível com um mercado de trabalho ainda resiliente, com nível reduzido de demissões ao longo do período.
PMI industrial da China recua em março – Segundo dados divulgados por pesquisa privada nesta quarta-feira (1), o PMI manufatureiro RatingDog da China caiu de 52,1 em fevereiro para 50,8 pontos em março, abaixo da expectativa de 51,6, mas ainda acima da marca de 50 pontos, que indica expansão da atividade. O resultado mostrou perda de ritmo no setor industrial em relação ao mês anterior. De acordo com o levantamento, a produção e os novos pedidos continuaram avançando, enquanto os custos de insumos registraram forte elevação no período, em meio à alta dos preços do petróleo. A pesquisa também apontou crescimento dos novos pedidos de exportação e aumento do emprego pelo terceiro mês consecutivo.
Desemprego da zona do euro sobe para 6,2% em fevereiro – Segundo dados divulgados pela Eurostat nesta quarta-feira (1), a taxa de desemprego da zona do euro subiu de 6,1% em janeiro para 6,2% em fevereiro, em linha com as expectativas do mercado. De acordo com o levantamento, o bloco contava com 10,919 milhões de desempregados no período, o que representa aumento de 93 mil pessoas em relação ao mês anterior
Setor privado dos EUA cria 62 mil vagas em março, acima das expectativas – Segundo dados divulgados pela ADP nesta quarta-feira (1), o setor privado dos Estados Unidos criou 62 mil postos de trabalho em março, com ajuste sazonal. O resultado ficou acima da expectativa de analistas consultados pela Reuters, que projetavam abertura de 40 mil vagas no período. O levantamento antecede a divulgação do payroll, relatório oficial de emprego do país, prevista para sexta-feira (3). A ADP também revisou o dado de fevereiro de 63 mil para 66 mil vagas, enquanto o crescimento médio anual dos salários no setor privado foi de 4,5% em março.
Cotações do petróleo avançam em meio à intensificação do risco geopolítico – Os contratos futuros de petróleo avançaram nesta quinta-feira (2), após o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmar que a ação militar contra o Irã deve prosseguir nas próximas semanas, com possibilidade de intensificação. A fala ampliou as preocupações do mercado com a oferta global da commodity, especialmente em meio às incertezas envolvendo o Estreito de Ormuz, importante rota para o transporte internacional de petróleo.
NACIONAL
IGP-M avança 0,52% em março e volta ao campo positivo no ano – Segundo dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira (30), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) avançou 0,52% em março, após recuo de 0,73% em fevereiro. Com o resultado, o índice passou a acumular alta de 0,19% no ano, enquanto, em 12 meses, registra retração de 1,83%. A alta do mês foi puxada principalmente pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que subiu 0,61%, refletindo a pressão das matérias-primas brutas, com destaque para produtos agropecuários e derivados de petróleo. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) repetiu alta de 0,30%, enquanto o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,36%. O resultado mostra uma recomposição dos preços no atacado em março, após a forte queda observada no mês anterior, embora o índice ainda siga com variação acumulada em 12 meses em patamar negativo.
PMI industrial do Brasil sobe para 49,0 em março, mas permanece abaixo da zona de expansão – Segundo dados divulgados pela S&P Global nesta quarta-feira (1), o PMI da indústria brasileira avançou de 47,3 em fevereiro para 49,0 pontos em março. Apesar da alta, o índice permaneceu abaixo do nível de 50 pontos, o que indica continuidade da contração da atividade industrial. De acordo com a pesquisa, o setor seguiu influenciado pela fraqueza da demanda e pela elevação dos custos de insumos, enquanto a produção apresentou retração menos intensa no período. O levantamento também apontou recomposição de estoques e estabilidade nos pedidos externos ao longo do mês.
Produção industrial do Brasil avança 0,9% em fevereiro, acima do esperado – Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (2), a produção industrial brasileira avançou 0,9% em fevereiro na comparação com janeiro, registrando o segundo resultado positivo consecutivo. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a indústria recuou 0,7%. Com o resultado, o setor acumula variação de -0,2% no ano e alta de 0,3% em 12 meses. O levantamento também mostrou que o avanço mensal foi disseminado, alcançando 16 das 25 atividades pesquisadas, com destaque para os segmentos de veículos automotores e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis.
Brasil abre 255.321 vagas formais de emprego em fevereiro, abaixo do esperado pelo mercado – Segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta terça-feira (31), o Brasil registrou abertura líquida de 255.321 vagas formais de trabalho em fevereiro, resultado de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. O número ficou abaixo da expectativa de mercado, que apontava criação líquida de 270.150 postos. Todos os cinco grupamentos de atividades econômicas apresentaram saldo positivo no mês, com destaque para serviços, seguido por indústria, construção, agropecuária e comércio. No acumulado de 12 meses até fevereiro, o saldo de empregos formais foi de 1.047.024 vagas, enquanto o estoque total de vínculos com carteira assinada alcançou 48.837.602.
Dívida bruta do governo geral sobe para 79,2% do PIB em fevereiro – Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (31), a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) passou de 78,7% do PIB em janeiro para 79,2% em fevereiro. Em valores nominais, o estoque da dívida avançou de R$ 10,080 trilhões para R$ 10,178 trilhões. Já a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) aumentou de 65,0% para 65,5% do PIB no mesmo período, atingindo R$ 8,420 trilhões. De acordo com o Banco Central, a DBGG, que engloba o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o BC e as estatais, segue como uma das principais referências para avaliação da posição fiscal do país.
Data Referência (27/03/2026 até 01/04/2026)
CDI: 0,22%
Dólar: 0,29%
Ibovespa: 2,86%
IDkA IPCA 2 Anos: 0,99%
IMA Geral ex-C: 0,63%
IMA-B: 1,22%
IMA-B 5: 0,89%
IMA-B 5+: 1,47%
IRF-M: 0,93%
IRF-M 1: 0,26%
IRF-M 1+: 1,19%
S&P 500 (Moeda Original): 1,52%
IPCA + 6,31%: 0,22%